Design Thinking e Design Sprint: entenda a diferença entre eles

Ao buscar soluções inteligentes e criativas para sua empresa, é provável que você tenha  se deparado com duas terminologias que parecem falar sobre o mesmo tema: Design Thinking e Design Sprint. É verdade que os dois conceitos foram criadas com o objetivo de obter respostas a partir de um trabalho conjunto para as necessidades de um produto, serviço ou projeto. No entanto, há diferenças conceituais e práticas na aplicação desses processos. Entenda neste texto o que você precisa saber sobre Design Thinking e Sprint.

 

Design Thinking

Trata-se de uma metodologia em que a solução desenvolvida para o cliente é feita de forma conjunta com ele, com o objetivo de conquistar o maior sucesso possível da nova criação. Ou seja, em busca de produtos que atendam cada vez mais as necessidades das pessoas, a empresa passa a ouvi-las durante a fase de desenvolvimento do produto.

 

A ideia por trás do Design Thinking é mudar a cultura na qual as empresas estão inseridas, de criar produtos sem antes saber as reais necessidades de seu público-alvo. Em sua teoria, possui três fases: a ideação, em que ocorre um brainstorm colaborativo; prototipação, fase utilizada para o desenvolvimento de vários modelos em busca do produto ideal; e teste, na qual o produto será levado ao mercado.

 

Design Sprint

Por sua vez, esse modelo também é uma metodologia participativa, baseada no próprio Design Thinking e criada a partir de um procedimento do Google Ventures. No entanto, muito além da teoria, o Design Sprint possui uma sistemática de aplicação.

 

O método é dividido em cinco fases, concebidas para serem realizadas em um período curto, de no máximo uma semana. O objetivo é ter uma visão geral do produto de forma otimizada, economizando o tempo tomado em processos mais tradicionais.

 

  1. Map: o processo se inicia com uma reunião para alinhar objetivos e expectativas a serem alcançadas com o projeto. Além disso, os envolvidos na criação da solução compartilham informações para que todos estejam no mesmo pé sobre o seu desenvolvimento;
  2. Sketch: como na tradução literal do inglês, a etapa do “esboço” é utilizada para obter ideias, por exemplo, a partir de soluções já existentes. Cada participante descreve seu esboço, compartilha as ideias e, caso esteja entre as melhores eleitas, pode ter a oportunidade de apresentá-las no último dia do processo.
  3. Decide: o primeiro ponto da terceira etapa é eleger os melhores sketches. Todos os participantes têm a oportunidade de votar e os deciders têm peso maior na decisão final. Após a votação, os esboços vencedores são transformados em storyboards.
  4. Prototype: hora de colocar a mão na massa, de forma prática, e construir os protótipos. É importante realizar testes nos protótipos e ajustá-los antes da etapa final.
  5. Test: os protótipos da solução desenvolvida são apresentados para outras pessoas, que não seus criadores. Nesta fase, novos ajustes devem surgir a partir da ótica de quem não esteve presente em todo o processo. Ao final desta etapa, espera-se que a solução esteja mais madura, ao longo de uma semana de muito debate, melhor preparada para enfrentar o mercado.

 

Escolher o modelo ideal para desenvolver o projeto é fundamental para o sucesso do produto final. Por isso, é preciso analisar a demanda do que será desenvolvido e qual modelo é mais adequado para o seu time.

 

Você sabe o que é pivotar e como esse conceito é importante para sua empresa? Entenda o que é e como colocá-lo em prática.

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